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Relendo contr(a)cultura: gênero na mídia
Coord: Susana Bornéo Funck
Local: Auditório da Reitoria
Data: 9/10/2002



Ana Lídia Weber Bisol
- alwbisol@hotmail.com
Pacote completo: marcas de gênero na publicidade turística
Este trabalho tem por objetivo analisar a representação da mulher, enquanto consumidora e veiculadora de produtos de turismo, em anúncios publicitários divulgados em revistas populares e especializadas. Com o suporte teórico da Análise Crítica do Discurso, são examinados os elementos lexicogramaticais e visuais desse material.


Denize Nobre-Oliveira - dno@terra.com.br
Cá entre nós, cara: editorias de revistas masculinas
O discurso utilizado por revistas femininas para comunicar-se com seu público-alvo tem sido objeto de estudo de inúmeras pesquisas. Entretanto, poucos são os estudos sobre como se dá tal discurso em revistas masculinas. Com esta investigação, proponho-me a analisar esse aspecto nos editoriais de duas revistas masculinas Playboy e Vip, verificando se editores do sexo feminino e do sexo masculino utilizam estratégias discursivas semelhantes para comunicar-se com o público masculino.


Flávia Guidotti - flaviaguidotti@uol.com.br
Representações de gênero no Pasquim 21
Esse trabalho pretende, através da análise do jornal alternativo O Pasquim 21, analisar a questão da representação de gênero nesse veículo. São detectadas marcas de sexismo não apenas em textos lingüísticos dos mais variados, mas também em caricaturas e até mesmo na diagramação de determinadas páginas. O que surpreende é que, sendo esse um veículo que pretende fazer crítica aos costumes, através de uma postura anárquica de contracultura, paradoxalmente, alinha-se a tendências culturais conservadoras vigentes em nossa sociedade.


Nara Rejane da Silva Widholzer - naras.sul@zaz.com.br
Pague um e leve dois: marcas de sexismo em páginas publicitárias
Neste trabalho, examino páginas publicitárias veiculadas em revistas "femininas". Com base na Análise Crítica do Discurso, analiso elementos lexicogramaticais e visuais desses anúncios, relacionando-os a questões de gênero. O estudo conclui que, a despeito da boa produção gráfica do material, seu conteúdo é conservador, reforçando a tradicional relação entre mulher e trabalho doméstico, bem como a figura da mulher objeto, a qual é vendida juntamente com o produto.


Tânia Regina Oliveira Ramos - taniaramos@floripa.com.br
Literatura(s) de peso
Na linha das narrativas cooltas que venho pesquisando procuro desta vez falar de uma literatura de peso. Desde o sucesso de O Diário de Bridget Jones, o precursor do gênero, lançado em 1998 pela jornalista inglesa Helen Fielding (que já vendeu mais de 4 milhões de exemplares no mundo) mais de 30 títulos que abordam o universo balzaquiano invadiram as livrarias. No contexto da Literatura Brasileira alguns nomes se revelam e parecem querer superar algumas trivialidades desta literatura “chicklit” (literatura de mulherzinhas, em inglês). Namorado, dinheiro e, especialmente, dietas são constantes e alguns corpos escritos merecem ser mencionados Hoje acordei gorda, de Stella Florence, é uma das nossas escolhas para falar desta literatura de peso.



Susana Bornéo Funck
- sbfunck@floripa.com.br
Anjos e feras no espaço doméstico: decoração para meninas e meninos

Através da análise de sugestões decorativas para quartos de crianças, busco verificar as concepções de femininidade e de masculinidade que informam as revistas populares de decoração.