COMUNICAÇÕES LIVRES

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Gênero e Política II
Coord: Denise Rodrigues Prehn
Local:Auditório do Colégio de Aplicação
Data: 10/10/2002



Erlinda Cristiane Maria da Silva
- erlinda@vicosa.ufv.br
Diná da Silva Tscherne - tscherne@vicosa.ufv.br
Maria de Fátima Lopes
Paula Dias Bevilacqua - bevilacquap@bol.com.br
Alice Inês de Oliveira e Silva
Marisa Barletto
Gênero: uma categoria útil de análise dos problemas de saúde das mulheres
Considerando a categoria gênero como instrumento de análise da saúde reprodutiva, a discussão acerca das causas e conseqüências dos problemas de saúde das mulheres, foram entendidas como originárias de aspectos além de biológicos, psicológicas, sociais, econômicos e políticos. A utilização dessa categoria foi fundamental no encaminhamento das possíveis soluções das questões levantadas, perpassando-as da individualidade para a coletividade. Ou seja, direcionando as reflexões para ações propositivas de Políticas Públicas de atendimento à saúde da mulher e a promoção de uma educação sexual na comunidade numa perspectiva não sexista.


Patricia Cordoba Vallejo - patriciacvcb@latinmail.com
Mujer y poder público en pasto
¿Cuál ha sido el grado de acceso al poder político que ha tenido la mujer en el Municipio de Pasto, Colombia?. Se parte de antecedentes históricos del desarrollo normativo a nivel de legislación y jurisprudencia Constitucional, se continua con la conceptualización sobre la aplicación del derecho a la igualdad, específicamente en uno de sus elementos, o sea, el bien a distribuir, que para esta ponencia lo concretamos en el poder; luego se identifica el porcentaje de mujeres que han accedido al poder en cargos públicos en instancias de decisión en entidades públicas del Municipio de Pasto en aplicación de la ley estatutaria de cuota femenina, para finalmente hacer un análisis y lanzar hipótesis relacionadas con la dificultad de acceso a cargos de
dirección por elección popular.


Siomara Aparecida Marques - siomara@cfh.ufsc.br
Sociologia e teorias feministas
Desde sua origem a sociologia permanece como uma disciplina dominada por correntes teóricas masculinas e isto têm implicações sobre suas teorias, métodos, pesquisas e ensino. Paras as sociólogas feministas as teorias das correntes masculinas são inadequadas para entender a posic'~ao da mulher na sociedade. Na busca de respostas às suas questões recorrem às teorias feministas estabelecendo um certo diálogo que têm levado a novos caminhos de análise sobre o sentido da vida social. Nessa linha, o presente paper tem por objetivo contribuir para a problematização das categorias sociológicas de 'indivíduo' e 'agente'no pensamento de Max Weber, a partir de uma perspectiva feminista.


Denise Rodrigues Prehn - prehn@zaz.com.br
Mulheres na política: subjetividade e interdição

O exercício político tem sido bastante restrito para as mulheres. Apesar a maior participação de mulheres no setor ocupando cargos eletivos (em função de ações afirmativas que lhe possibilitaram visibilidade dentro dos partidos, ou a partir de movimentos sociais) ainda verifica-se uma espécie de interdição que faz com que a maioria das mulheres não veja a política como possibilidade. Este é o nosso tema: entender o que tem determinado a limitação das mulheres na sua constituição como sujeitos políticos. Se por um lado mudanças ocorridas nas posições adotadas pelas mulheres em relação à atividade política que tem auxiliado na evolução de sua participação mais efetiva nesse campo,por outro parece existir um imperativo social que as impede de construir uma atuação mais ousada nessa área.