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ST05 B - Violência de gênero

Coordenadoras:     Marlene Neves Strey (PUC-RGS)
                               Graziela Cuchiareli Werba (Universidade Luterana do Brasil – Torres/RS)

Resumo

Neste simpósio, a idéia é debater as pesquisas e intervenções sobre a temática da violência de gênero em seus diversos âmbitos. A violência de gênero, apesar de ser, na atualidade, muito pesquisada, por influência dos grupos de pesquisa de orientação feminista, ainda é um fenômeno parcialmente invisível, em função de se apresentar de maneiras tão diversas, confundindo-se com práticas culturais largamente acatadas como normais ou naturais. Além disso, tem na sua origem aquilo que se costuma chamar de Pedagogia da Violência, prática de educação infantil que utiliza a violência física e psicológica para disciplinar as crianças que não se submetem às imposições familiares. Sendo uma prática que acompanha os seres humanos desde muito cedo, a pedagogia da violência aplaina o caminho para a violência de gênero, tornando a sua erradicação muito difícil. Assim, neste Simpósio, o foco na violência de gênero é central, para a discussão, desde a violência cometida contra as mulheres por seus maridos/companheiros, até as diferentes discriminações, entendidas como tipos diferenciados de violência, cometidas no trabalho, no esporte, na vida política, nos processos migratórios e outras atividades humanas contemporâneas.  Como gênero é relacional, abrange trabalhos que envolvam violência, mulheres, homens, transsexuais, em conjunção com classe, idade ou geração, nível educacional, raça/etnia.


Trabalhos

Ana Luiza dos Santos Júlio
A educação das relações violentas e sua naturalização: um estudo sobre a experiência de mulheres negras moradoras na Vila Cruzeiro em Porto Alegre
Narrativa de histórias de vida de mulheres negras, em situação de vulnerabilidade social e violência doméstica em Porto Alegre e como estas mulheres sobrevivern/superarn esta vivencia. Trabalhei com mulheres auto-identificadas como negras e reconhecendo terem vivido/viverem a violência. A exposição à situação de violência é algo que está em suas vidas desde a infància, tendo sido expostas ao alcoolismo parental, à falta de cuidados generalizada, à retirada da escola sem possibilidade de retorno, além das freqUentes cenas de agressão fisica ou psicológica. Utilizar a voz, é o recurso para que possam buscar sair da invisibilidade em que vivem, em busca de alternativas de vida fora do ciclo violento.E também para entender que vivem uma "naturalização da violência". Este entendimento torna-se a força motriz para romperem com tais relações violentas.
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Eliana Lorentz Chaves
Violência de gênero e relações de domínio. Um enfoque psicanalítico 
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Elida Azevedo Hennington, Stela Nazareth Meneghel
Violência de gênero: a trajetória de mulheres no enfrentamento do sofrimento
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Elisabeth Flor de Lemos
Vivências conjugais: estudo sobre alterações do desejo sexual de mulheres
A partir de uma perspectiva relacional-estrutural de gênero e sexualidade, o artigo apresenta resultados parciais de um estudo qualitativo, objetivando identificar os fatores relativos à perda ou diminuição do desejo sexual das mulheres na conjugalidade. Os dados foram obtidos com 12 participantes, após a consulta do exame preventivo em um Hospital Escola. As informações foram tratadas através de análise de conteúdo. Entre os motivos apontados para os transtornos da libido, ficou evidenciado na trajetória afetivo-sexual: falta de carinho e romantismo do cônjuge; cansaço fisico devido a não divisão dos trabalhos domésticos. Àlibis como: fingir dor de cabeça, estar dormindo e enjôo, não impediram que as mulheres cedessem ao desejo masculino. No universo assimétrico de mulheres e homens, dizer não ao sexo não-desejado, poderia gerar brigas, conflitos, infidelidade. 
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Fátima Oliveira de Oliveira, Graziela Werba
Espelho, espelho meu. O desenho da figura humana em mulheres em situação de violência
Trata-se de um estudo exploratório sobre o desenho da figura humana de mulheres em situação de violência. Em nossa prática na Clínica-Escola temos percebido a crescente demanda de mulheres nessa situação. A partir dessa investigação pretendemos criar um instrumento projetivo específico para avaliação psicológica desse grupo. Os primeiros resultados revelam um traço em comum nos olhos dos desenhos que geralmente apresentam um "vazio", ilustrado pela ausência de pupilas. Ao serem indagadas sobre a idade da figura desenhada, remetem-se à faixa etária inferior a idade cronológica. Embora estes resultados revelem a existência de traços comuns nos desenhos realizados entendemos que somente ao final da pesquisa poderemos apresentar dados e conclusões mais consistentes sobre esta investigação.
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Fernanda Marques de Queiroz
Não se rima amor e dor: representações sociais sobre violência conjugal
O presente trabalho é parte dos resultados de uma pesquisa que originou minha tese de doutoramento que trata das representações sociais construídas por mulheres vítimas de violência sobre as diversas formas de violência praticadas contra elas e de que forma estas reagem/enfrentam este fenômeno. O universo da pesquisa se constitui de trinta mulheres pertencentes às classes populares da cidade de Mossoró-RN, sendo quinze que participavam do grupo "Mulheres em Ação" e quinze que denunciaram as violências sofridas na Delegacia Especializada de apoio à Mulher e que não participavam de grupos organizados. Utilizamos como técnicas de produção de dados, entrevistas semi-estruturadas, questionário e oficinas de gêneros. Constatamos que a violência psicológica predomina nas representações sociais construídas pelas mulheres sobre violência, a exemplo dos xingamentos, das agressões verbais e da desvalorização da mulher, embora a violência física seja a mais denunciada. A lógica patriarcal de gênero fundamenta tais representações, pois a grande maioria das pesquisadas naturalizam a violência, não percebendo-a como fruto do sistema patriarcal que as oprime e as violenta. Em nível das estratégias de enfrentamento à violência, estas se dão em dois níveis: público e privado. Tais reações se expressam na denúncia, no engajamento em grupos organizados de mulheres, na socialização das violências com amigos (as) e familiares, na ruptura da relação com o agressor, através de atos violentos, dentre outras. Salientamos ainda, que as mulheres não são cúmplices da violência, pois não detém o mesmo poder que o homem na sociedade, sendo, portanto, vítimaspreferenciais da violência masculina.
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Gisele Cardoso
Violência contra a mulher: pensando o gênero no processo terapêutico           
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Gláucia Ribeiro Starling Diniz - UnB
Violência no casamento e na família – um olhar sistêmico feminista
Um grande número de mulheres - crianças, adolescentes, jovens, adultas ou idosas, são agredidas e/ou violentadas dentro de suas próprias casas. Os agressores são seus pais, irmãos, padrastos, maridos, avós e outros parentes próximos. Essa constatação abala profundamente a crença de que a casa é um lugar seguro e de que o casamento e a família são contextos de proteção. O fato da pessoa que agride, ser alguém a quem culturalmente é atribuída a tarefa de cuidar, constitui um agravante que dá à experiência de violência um caráter singular. A existência de um vínculo afetivo, ou seja, a combinação entre amor e dor gera uma ambivalência que pode paralisar e aprisionar a mulher. Este trabalho problematiza a vivência da violência no contexto das relações interpessoais e aponta direções para a construção de intervenções a partir de uma perspectiva da clínica sistêmica feminista.
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Gustavo Espíndola Winck, Marlene Neves Strey
Considerações sobre gênero a partir da coordenação de grupos com homens acusados de agressão
O trabalho visa ilustrar a experiência de um homem enquanto responsável pela coordenação de um grupo de reflexão com participantes acusados de violência de gênero, de modo a refletir sobre tal prática tanto profissionalmente quanto pela perspectiva de ser ele também sujeito significado pelo mesmo arcabouço sócio-histórico-cultural acerca da masculinidade e das relações de gênero que permeiam os membros do grupo. Sob a perspectiva de um franco relato de experiência, pretende-se ainda propor uma reflexão acerca dos paradigmas fundamentados nos estudos de gênero, em especial no campo da violência, onde o grupo pode tornar-se uma potencial via bi-direcional de reflexão e conseqüente transformação. Por fim, serão comentadas as particularidades operacionais (e relacionais) na sistematização de um grupo sobre um tema que é, por natureza, tão complexo e mobilizador. PDF

José Fernando Dresch Kronbauer, Stela Meneghel
Prevalência de violência de gênero perpetrada por companheiro: estudo em um serviço de atenção primária à saúde – Porto Alegre, RS
Esta pesquisa foi realizada no município de Porto Alegre, RS e consta de um estudo transversal estruturado a partir de uma amostra de usuárias de um serviço de saude; busca conhecer a dimensão e o perfil da violência de gênero perpretada contra a mulher pelo parceiro (a), marido ou companheiro (a), atual ou passado. Trata-se, portanto, de um estudo inter-relacional e entre paralelas. O local do estudo é a Unidade Básica de Saude VII - Campo da Tuca pertencente ao Centro de Saude Escola Murialdo da Secretaria Estadual de Saude do Rio Grande do Sul. A amostra foi contítuida por todas as mulheres de 18 a 49 anos que consultaram o serviço durante os meses de outubro e novembro de 2003, através da razão de prevalência de 20%, nível de confiança a 95% e teste qui-quadrado. O referencial do estudo fundamenta-se nos conceitos de violência de gênero e justifica-se nas estatísticas, na contextualização do estado brasileiro, nas conseqquências do evento violência de gênero e na necessidade urgente de açõesde intervenção. O objetivo geral é configurar a dimensão da violência de gênero entre as usuárias da referida unidade básica de saúde. Já os objetivos especificos são: descrever, identificar e caracterizar a prevalência de violência de gênero - física, psicológica e sexual e conhecer o perfil das mulheres em situação de violência a partir das condições socioculturais, econômicas, demográficas e de saúde. Acredita-se que o estudo possibilitará planejar, executar e avaliar ações na área da saúde da mulher, especificamente em relação ao evento violência de gênero.
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Karla Deysiane Machado Alvarenga
Vítimas de violência doméstica. Uma nova identidade
Neste estudo sobre violência de gênero procuro enfatizar a violência doméstica que são ações cometidas i por familiares que cause danos fisicos, sexuais e psíquicos. Dentre os danos referidos, ressaltarei a importância de um enfoque maior sobre os danos psíquicos. O abuso não-fisico causa lesões invisíveis, expressa o abuso psicológico. O agressor pretende impor a vítima seu poder, tornando-a submissa a suas vontades. A vítima "aceita" esse papel, essa passa a ser sua identidade. Mas essa submissão e opressão causam sofrimento e fortesanos emocionais. Assim, pretendo discutir sobre a possibilidade de uma nova posição para mulher vítima de violência, e como o profissional que atende esse público pode auxiliar na visão dessa nova perspectiva. Esse é um possível caminho para que a mulher vítima de violência doméstica questione essa posição. 
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Luanna Tomaz de Souza, Monica Conrado
A violência cometida contra a mulher no Brasil e os direitos humanos
Nesse estudo, pretende-se discutir criticamente os direitos humanos das mulheres, a partir de seu processo histórico-social, dos instrumentos internacionais criados e de suas contradições, principalmente no que tange a violência contra a mulher. Além disso, pretende-se redesenhar a partir dos conceitos de gênero, cidadania e direitos humanos o fenômeno da violência contra a mulher, com vistas a contribuir na busca de relações de gênero mais eqüitativas. Por fim, deseja-se analisar os instrumentos criados no Brasil para assegurar a proteção da mulher no âmbito da violência e refletir se estes têm tido a eficácia necessária para erradicar este cenário e promover a cidadania feminina. O estudo terá como aporte a literatura acerca da temática, além de documentos internacionais e nacionais e a legislação específica. 
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Márcia Londero
Incluindo os homens no tratamento da questão da violência conjugal: reflexões acerca da fala masculina
Meu trabalho pretende buscar conhecer o significado da violência masculina contra a mulher na relação conjugal, através das representações dos próprios homens denunciados. A base empírica são entrevistas e a observação do relato de homens que praticaram algum ato de violência física contra suas mulheres. O quadro de interpretação analítico provém da perspectiva teórica de gênero e poder e a questão colocada aqui é: Quais os aspectos socias e culturais que estão profundamente envolvidos na construção da identidade masculina que podem se fazer perceptíveis nos discursos e nas representações dos homens agressores ao justificarem seus atos e que ajudam a compreender o uso da violência como recurso cotidiano em sua relação conjugal. Para isso procuro fazer uma reflexão a partir de questões que surgiram de minhas observações em um grupo de “homens agressores” e de entrevistas realizadas com homens que respondem a inquéritos policiais e por isso comparecem na Delegacia da Mulher de Porto Alegre. Neste trabalho, quero relfetir sobre a violência conjugal como um fenômeno relacional priorizando empiricamente as representações masculinas, ou seja, como os homens perpetradores dessa violência justificam-na e buscando entender o que estas justificativas nos dizem, quais os significados nelas contidos e que pistas podem nos dar no sentido de explicar este tipo de violência.         
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Márcia V. L. Monteiro, Daniela da Silva Vera, Grazieli Franco Pereira, Marlene Neves Strey
Um estudo de gênero: é possível a mudança de crenças em mulheres vítimas de violência?
O tema violência de gênero tem se tornado assunto cada vez mais freqüente nos debates acadêmicos e nas políticas públicas.A presente pesquisa está sendo desenvolvida através de uma parceria entre o grupo de pesquisa “Relações de Gênero” da PUCRS e a Universitat de arcelona(Espanha).Pretende-se analisar as mudanças geradas nas crenças e os correlatos comportamentais de mulheres que sofrem ou sofreram maltrato físico e/ou psicológico, no transcurso de seu processo de recuperação e os agentes que influenciam essa mudança. Objetiva-se a aplicação de 30 entrevistas dialogadas e semi-estruturadas.As participantes são escolhidas a partir dos contatos estabelecidos com os serviços de atenção às vitimas de violência.Os dados estão sendo analisados quantitativa e qualitativamente e,no momento, são parciais, pois a pesquisa está em andamento.
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Maria Cristina Chimelo Paim, Marlene Neves Strey
Violência de gênero no contexto esportivo
O estudo visa conhecer as percepções de homens e mulheres atletas, sobre a violência, a violência no esporte e a violência de gênero contra a mulher no contexto esportivo. Participaram do estudo nove atletas de handebol, residentes em Santa Maria. Os dados foram coletados através de entrevistas em profundidade e analisados qualitativamente. Os resultados apontam que a violência é gerada pela falta de paciência e diálogo entre as pessoas, pela falta de amor e falta de consciência do que é certa e errado e pela falta de limites. Preconceitos e estereótipos. A prática de esportes para as mulheres é violenta, pois muitas mulheres ainda continuam a ser estimuladas a corresponder à ditadura dos desejos de outros e não aos delas próprias.      
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Maria Eliza Vernet Machado Wilke
O atendimento profissional a mulheres vítimas de violência conjugal 
A violência contra a mulher pode ser encontrada em todos os lugares, e é em suas casas que as mulheres mais correm risco de serem agredidas e mortas. Atualmente, a violência contra a mulher é vista com grande preocupação por se tratar de um problema de saúde pública. Também é importante reconhecer o quanto é difícil denunciar a violência e o processo vivenciado pelas vítimas até reconhecer a realidade negada. Neste estudo, abordaremos o processo de (re)vitimização que ocorre quando, ao romper o segredo, as mulheres se percebem ainda desamparadas frente aos e às profissionais e instituições que deveriam fazer eco a este grito de socorro. A presente pesquisa é um estudo qualitativo, de cunho exploratório descritivo, concentrando-se nas narrativas das experiências e ações dos e das profissionais que atendem mulheres vítimas de violência conjugal.   
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Maria Epele
Género, uso de drogas, y violencia(s) em el régimen de la esclusión social
En el campo de las investigaciones en Ciencias Sociales sobre uso de drogas en condiciones marginación social han sido reconocidas diversas dimensiones que definen la perspectiva de abordaje de género dentro de esta problemática específica (tipos de desigualdad, tipos de intercambios, formas de violencia(s), placer y malestar corporal, estrategias de supervivencia, características de las prácticas sexuales, y vulnerabilidad en salud). Considerando estas dimensiones en este artículo analizo las características, los conflictos y las consecuencias que tiene una cierta clase de formación de parejas heterosexuales entre varones-usuarios de drogas y mujeres-no usuarias en conjuntos sociales socialmente vulnerables que viven en barrios pobres del sur del Gran Buenos Aires. Partiendo de los resultados del estudio etnográfico que he llevado a cabo desde el 2001 al 2004 en dos barrios pobres con consumidores activos de drogas, en este trabajo argumento el modo en que este vínculo de pareja se fue constituyendo en un patrón diferenciado, a medida que el deterioro de las condiciones de vida, el desmantelamiento de las economías formales e informales y la progresiva exclusión de las instituciones y servicios sociales mínimos modificaron la vida cotidiana en estos vecindarios. Si bien, este tipo de formaciones de pareja ha sido objeto del análisis de la desigualdad de género en el campo de estudios sobre uso de drogas y la epidemia del VIH-SIDA, sólo excepcionalmente se lo ha vinculado con el cambio en las condiciones estructurales, específicamente en el esclarecimiento de los vínculos entre violencia estructural y de géneros. De este modo, este tipo de vínculo amoroso que es denominado por los propios actores como un “rescate”, no sólo contiene la promesa de resolver las contradicciones, conflictos y frustraciones de sobrevivir siendo joven, pobre y expulsado de las coordenadas de la sociedad dominante, sino por esta misma razón supone el desarrollo de la conflictividad social en el seno mismo de la relación de pareja.
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Martha Narvaz, Sílvia Helena Koller
Submissão e resistência: explodindo o discurso patriarcal da dominação feminina
Buscamos discutir os processos de submissão e de resistência das mulheres às violências sofridas no âmbito da família, em especial, as estratégias engendradas pelas mães das vítimas de incesto diante do abuso sexual das filhas. A partir de um estudo de caso, baseado em entrevistas, a análise do discurso de uma mulher, vitimizada por várias formas de violência ao longo de sua trajetória de vida, mãe de meninas vítimas de incesto, encontramos que o suporte social foi fator fundamental ao engendramento das estratégias de resistência no enfrentamento da violência. Os resultados indicam que as mulheres são plurais, heterogêneas; não são sempre, ou apenas, vítimas da violência, o que explode o discurso patriarcal da dominação feminina. Destaca-se, para tanto, o papel da rede de apoio às mulheres e meninas vítimas de violência.       
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Raquel Gislaine dos Santos Marques, Sandra Mônica Winkelmann
Violência contra a mulher – sua historicidade
O trabalho tem como objetivo analisar a violência cometida contra a mulher procurando compreender como as diferentes áreas do conhecimento -a sociologia, a psicologia, a história -analisam tal contexto. Neste âmbito de discussão emergem questionamentos acerca da freqiiência e da visibilidade do uso da violência em relação à resolução dos conflitos especialmente nas relações de gênero. Busca-se também as reivindicações do movimento feminista principalmente a partir da década de 1970 até a década de 1990, quando a luta se mostrou notória e bastante significativa. Yahoo! Search Imposto de Renda 2006: o prazo está acabando. Faça já a sua declaração no site da Receita Federal. 
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